16
Fev 09

'Duelo': o novo concurso da RTP

"Jogo duplo" já tem sucessor: "Duel" é como se apelida lá fora. A fórmula não dista muito do modelo de concursos adoptado para o horário nobre da RTP, facto que merece reprovação de um investigador da área dos média.

Estratégia de continuidade parece ser premissa da programação da RTP1 no que toca a concursos de cultura geral. Em equipa que ganha não se mexe, como tal, "Duel", o próximo programa do género, com produção a cargo da Fremantle, não foge à receita. O convite para a sua condução foi endereçado a Jorge Gabriel e segundo o próprio disse ao JN, não planeia recusá-lo. As gravações começam daqui a 15 dias.

 

O original é francês tendo já sido adaptado no Reino Unido, pela estação britânica ITV, e nos Estados Unidos, através da cadeia ABC, com a soma de algumas regras em conformidade com o país onde vai para o ar. Este concurso tem a particularidade de ser recente: brotou nas grelhas televisivas apenas em 2008.

Um misto de Poker com os míticos duelos que, em tempos idos, opunham cavalheiros que acordavam em digladiar-se, poderá ser uma descrição possível. Acontece que "Duel" parece recriar um ambiente de casino, com fichas que sustentam as apostas na resposta, presumivelmente acertada, o que lhe confere uma verdadeira dinâmica do denominado jogo de azar. Em França, o prémio máximo ronda os 100 mil euros.

 

Opinião de Rui Cádima:

Para Rui Cádima, investigador na área dos média, "a grelha da RTP1 é horizontalmente estanque". Isto é, "em 'prime time' obedece inevitavelmente à lógica: concurso, Telejornal, concurso", o que hipoteca qualquer "investimento na diversidade".

Embora um programa como o "Duel" possa caber na grelha, sugere que "em vez de ser diário pudesse figurar mais pontualmente". Cádima considera que a própria BBC, onde os concursos estão também calcificados, já não é uma referência, mas antes "uma máquina de propaganda estatal".

Ainda que reconheça que no caso de "Jogo duplo" haja uma aproximação "mais elaborada à componente didáctica e pedagógica", esta espécie de híbrido entre cultura e entretenimento não afasta a RTP1 "da praça aberta do folclore nacional". E fala ainda em "apartheid" de programação para "o gueto RTP2". Mas, recorrendo à velha máxima, não se deve dar ao povo o que ele quer? "Essa é uma visão redutora de subestimação do espectador", responde, e nota aqui "uma demissão lamentável" do canal, sob a justificação falaciosa "da mediocridade do público". Refém de um modelo obsoleto, a RTP1, defende, "tem instalado um dispositivo de marasmo".

 

Fonte: JN

 

Uma pergunta da minha parte:

Mas não será melhor termos concursos a novelas que retratam sempre as mesmas histórias, apenas com nomes e actores diferentes?

 

publicado por dina às 14:01 | comentar | favorito

TVI 24 apresenta-se terça-feira

O novo canal de notícias da chancela da TVI, cujo arranque de emissão acontecerá dia 26 de Fevereiro, será lançado na próxima terça-feira, portanto amanhã.

 

 

Henrique Garcia será o pivô do noticiário do horário nobre da TVI24, estando previsto uma emissão dedicado ao desporto diário com condução de Fernando Correia. Lurdes Baeta e José Carlos Araújo são outros dos pivôs que transitam para aquela antena.

Entre as restantes novidades já avançadas, refira-se o programa de análise da actualidade que contará com os jornalistas Francisco José Viegas e Fernanda Câncio.

O TVI 24 será disponibilizada na posição sete da grelha da Zon TV Cabo, operadora que possui direito de distribuição exclusiva durante um ano.

 

 

Fonte: JN

publicado por dina às 13:59 | comentar | favorito

SIC: Estreia hoje ‘Caminho das Índias’

Gravar na Índia, seja filmes, séries ou novelas, está na moda, como já falei aqui há dias.

É o caso da novela brasileira ‘Caminho das Índias’ protagonizada por Juliana Paes no papel de ‘Maya’, que estreia hoje na SIC.
 

Parte do elenco esteve um mês na Índia a gravar e, apesar do calor, da comida e de pequenos problemas de saúde, todos os actores elogiaram a experiência.

 

No Rio de Janeiro, as gravações continuam na cidade cenográfica construída à imagem e semelhança do Rajastão. Aqui nem faltam os animais, como é o caso da vaca ‘Emília’, que ganha um caché diário de 250 euros. Tony Ramos brinca: "O bom dessa actriz é que ela não erra uma vírgula."

 

Fonte: CM

 

publicado por dina às 13:53 | comentar | favorito

Líder da JS assina 'Petição: Não calem o JN'

Duarte Cordeiro, o líder da Juventude Socialistas (JS), é um dos políticos conhecidos que apoia a causa em defesa do ‘Jornal de Notícias’. O socialista já assinou a petição ‘Não Calem o ‘JN’’. Na onda de solidariedade contam-se ainda vários juízes, advogados, e professores universitários.

 

"É uma pena que mais uma vez, em nome do lucro, se tente destruir uma instituição centenária do Norte de Portugal", sublinha António Lourenço, engenheiro mecânico. Os juízes José Cruz Pereira, Fazendas Borges Varão e Manuel Pinto – "colaborador gratuito do ‘JN’ com artigos de opinião na área da Justiça" – também se juntam à petição.

 

O processo de despedimento colectivo de 123 trabalhadores do ‘JN’, ‘Diário de Notícias’, ‘24 Horas’ e ‘O Jogo’ da Controlinveste volta hoje à mesa de negociação. Os trabalhadores apresentaram queixa na ERC contra o "despedimento selectivo". Numa carta enviada a vários responsáveis políticos, entre os quais, o Presidente da República, os trabalhadores acusam o grupo de media de ter feito uma avaliação "apenas para a ocasião".

publicado por dina às 13:51 | comentar | favorito
16
Fev 09

'Jornal Nacional' mais dinâmico

José Carlos Castro junta-se à equipa de editores do ‘Jornal Nacional’, da TVI, substituindo no cargo Mário Jorge. "Esta é a única mudança de fundo. José Carlos Castro passa a ser editor juntamente comigo e com o Pedro Pinto. Mário Jorge vai chefiar a Sociedade, secção que serve os dois canais [TVI e TVI 24]", revelou ao CM Vítor Bandarra.

"O ‘Jornal Nacional’ mantém o estilo. Vamos tentar fazer o nosso melhor e imprimir mais dinâmica. Claro que isto depende mais dos meios humanos do que dos técnicos. O que se pretende é mais entusiasmo e dedicação", salienta José Carlos Castro, que já editava o noticiário aos fins-de-semana.

 

O jornalista frisa que as mudanças passam essencialmente pelo canal de notícias TVI 24, que arranca dia 26, na ZON TV Cabo. "Nós ficamos com o ‘Jornal Nacional’ da TVI, mas agora há mais editores e jornalistas, o que significa uma atenção triplicada, uma ajuda preciosa para o canal-mãe", salienta. "A simbiose que vai existir entre os dois canais notar-se-á sobretudo em termos de qualidade e de mais reactividade", explica ainda.

 

No canal TVI 24 vão surgir novas caras, como Maria João Figueiredo (ex-RTP). Também Paulo Bastos regressa à estação, depois de uma passagem pela SIC, onde trabalhou com Francisco Penim. "No canal--mãe vamos tentar usufruir desse novo fôlego e sangue novo. Os mais experientes e mais ‘velhos’ vão contribuir com a sua experiência. Esta é uma missão que em ambos os canais tem de ser bem-sucedida e bem gerida", diz José Carlos Castro.

 

Pedro Pinto mantém-se como pivô do ‘Jornal Nacional’ de segunda a quinta-feira, Manuela Moura Guedes assegura o ‘Jornal Nacional 6ª feira’. Aos fins-de-semana deverá continuar Júlio Magalhães.

 

Fonte: CM

publicado por dina às 13:50 | comentar | favorito